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segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Uma análise sobre o trânsito de Icapuí




A Imprudência, o uso de álcool, o descaso com as leis de trânsito e a falta de fiscalização são as principais causas responsáveis pelo elevado número de acidentes no Município de Icapuí.

Não é difícil observar pelas ruas da cidade, jovens menores de idade pilotando veículos. Estes jovens abusam da velocidade como se estivessem em alguma competição automobilística, e o que é pior, sem usar nenhum equipamento de segurança obrigatório, como por exemplo, o capacete.

Os acidentes em Icapuí ocorrem principalmente nos finais de semana quando as pessoas vão com seus veículos para as festas e praias se divertir. Inevitavelmente nestas ocasiões acontece uma mistura muito perigosa, álcool e velocidade, mistura esta que na maioria das vezes é letal. Em caso de acidente e a vítima tenha a sorte de ter ferimentos leves, o mesmo poderá ser atendido no precário sistema de saúde municipal, mas se o caso for mais grave, e a família não tiver dinheiro, o paciente irá ser encaminhado para os lotados hospitais de Fortaleza.

O IJF (Instituto José Frota) também conhecido como “Frotão” principal hospital de traumas e queimaduras do estado, opera no seu limite máximo, aqueles que são encaminhados para lá acabam esperando dias após dias para serem atendidos em corredores lotados, que na realidade, mais parecem verdadeiras cenas de filme de terror.

A política de trânsito de Icapuí deve ser mudada, é preciso municipalizar o trânsito através de concurso público, colocar gente nas ruas para punir os infratores e não sobrecarregar a polícia militar, pois a mesma já tem que lidar com muitas atribuições. Deve-se também punir os pais dos menores infratores, seja com doações de cestas básicas ou prestação de serviço comunitário. Quantos jovens precisam morrer para que essa realidade seja mudada?


Ricardo Rebouças

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Presidente do TRF5 suspende liminar que anulou as 13 questões do Enem

enemDDO Presidente do Tribunal Regional Federal da 5ª Região - TRF5, Paulo Roberto de Oliveira Lima, suspendeu a liminar que determinava o cancelamento de 13 questões do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem 2011) para todo o Brasil. De acordo com a decisão, só ficarão sem efeito as 13 questões para os 639 alunos do Colégio Christus (Fortaleza-CE), que se submeteram à prova. Dessa forma, as provas serão mantidas na sua integralidade para os quase 5 milhões de estudantes que se submeteram ao exame.
O pedido de suspensão da liminar foi feito ontem (3/11) pela Advocacia Geral da União (AGU), através do procurador regional federal Renato Rodrigues Vieira e dos subprocuradores regionais Rodrigo Cunha Veloso e Miguel Longman. De acordo com o presidente do TRF5, a solução de manter a prova originalmente aplicada para o Brasil inteiro, inclusive o Ceará, e recalcular somente as provas feitas pelos alunos do Colégio Christus, é a mais razoável. "A liminar considerada atinge a esfera de interesses de cerca 5 milhões de estudantes, espraiando seus efeitos para o ingresso deles nas várias universidades públicas do país, com repercussão na concessão de bolsas, na obtenção de financiamentos e na orientação de políticas públicas. O assunto é grave e influi, sim, na organização da administração", avaliou o presidente do TRF5 na sua decisão.
"Nenhuma solução é de todo boa. Aliás, isso é próprio dos erros: quase nunca comportam solução ótima. Anular 'somente' as questões dos alunos beneficiados não restabelece a isonomia. É que eles continuariam a gozar, para o bem ou para o mal, de situação singular (afinal a prova, para os tais, findaria com menos questões). E certamente a solução não teria a neutralidade desejável, é dizer, o resultado não seria o mesmo, com e sem a anulação. De outro lado, anular as questões para 'todos' os participantes também não restauraria a igualdade violada. Como se vê, nenhuma das soluções tem condições de assegurar, em termos absolutos, a neutralidade e a isonomia desejáveis", concluiu o magistrado.
HISTÓRICO
A antecipação de 13 questões do Enem 2011 foi revelada em 26 de outubro, três dias após o Enem, quando um aluno do colégio Christus de Fortaleza publicou, em seu perfil no Facebook, fotos de quatro apostilas distribuídas por um professor. Segundo a escola, as questões fariam parte de um banco de perguntas que a escola recebe de professores, alunos e ex-alunos para promover simulados.
O Ministério da Educação (MEC) afirmou que a escola distribuiu os cadernos nas semanas anteriores ao exame com questões iguais e uma similar às que caíram nas provas realizadas no sábado (22) e domingo (23) e, no próprio dia 26, cancelou as provas feitas pelos 639 alunos do colégio.
O Ministério Público Federal do Ceará, porém, entrou com uma ação judicial para anular o Enem 2011 em todo o país, ou pelo menos as 13 questões antecipadas. O procurador da República Oscar Costa Filho, responsável pela ação, defendeu que a anulação parcial ou total em todo o Brasil são as únicas formas de manter a isonomia do Enem em território nacional.
O juiz federal Luís Praxedes Vieira analisou o caso no dia 31/10 e ouviu a defesa do MEC, apresentada pela presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), Malvina Tuttman. A Justiça optou por manter a edição deste ano do Enem, mas anulou, para todos os mais de 4 milhões de estudantes que fizeram as provas, 13 questões. A JFCE determinou a anulação das questões 32, 33, 34, 46, 50, 57, 74 e 87, do caderno amarelo (sábado) e as questões 113, 141, 154, 173 e 180 do caderno do domingo.
O Instituto Nacional de Pesquisas Nacionais (Inep), por sua vez, recorreu da decisão, alegando que o problema foi localizado e que o melhor a se fazer seria anular as questões apenas para os 639 alunos do Colégio Christus, oportunizando a refação das provas nos dias 28 e 29/11. Outra possibilidade seria a anulação das 13 questões dos alunos cearenses e a redistribuição dos pontos a eles atribuídos.

Fonte: TRF5
http://www.omossoroense.com.br/brasil/9969-presidente-do-trf5-suspende-liminar-que-anulou-as-13-questoes-do-enem

quarta-feira, 2 de novembro de 2011


O Instituto UFC Virtual , em parceria com a Universidade Aberta do Brasil e a Sec. de Educação e Cultura de Icapuí, está oferecendo vários cursos de graduação a distância. São sete cursos de Licenciatura (Letras Inglês, Letras Português, Letras Espanhol, Química, Física, Matemática e Pedagogia) e os bacharelados em Administração e Administração em Gestão Pública.Cursos de Graduação Semipresencial:

  • Curso de Administração (Bacharelado)
  • Curso de Administração em Gestão Pública (bacharelado)
  • Física (licenciatura)
  • Letras Espanhol (licenciatura)
  • Letras Inglês (licenciatura)
  • Letras Português (licenciatura)
  • Matemática (licenciatura)
  • Química (licenciatura)
  • Curso de Pedagogia
Obs.:
  1. Para se inscrever o interessado deverá procurar a Sec. de Educação e Cultura para fazer sua inscrição, no momento deverá está com seus documentos (RG e CPF).
  2. Requisito mínimo: Ensino Médio Completo
  3. Haverá uma prova de seleção

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Quatro alunos da Escola Carlota Tavares garantem vagas no curso Prointec



Os alunos da Escola Municipal Carlota Tavares de Holanda, localizada em Ibicuitada, distrito de Icapuí,  participaram de uma seleção de cursos do Proitec( Programa de Iniciação Tecnológica e Cidadania). É bom lembrar, que a seleção foi feita em Mossoró, onde concorreram com varias cidades circunvizinhas. O Proitec, prepara os estudantes do 9º ano da rede pública de ensino por meio de livro e teleaulas para o ingresso no ensino técnico integrado do IFRN. Vale ressaltar que era um total de 18 vagas que a instituição disponibilizava e quatro delas foram conquistadas pelos alunos de Icapuí. A Escola Carlota enviou sete alunos para participar da seleção. Dos sete, quatro garantiram vagas no IFRN . A seguir, confira o nome e a colocação dos alunos da Escola Carlota aprovados no IFRN.
- Samili de Oliveira Freitas,  2ª colocada no curso de informatica;
- Carlos Vicente R. da Silva, 4ª colocação no curso de informatica;
- Ítalo Rodrigues da Costa , 14º colocado no curso de mecânica e,
- Maria Thalia D. da Silva,  ficando 17ª posição no curso de mecânica.
Desde já parabeniza-lo e sigam em frente.
Matéria enviada via email pelo Profº Sergio Carlos.

MAIS INFORMAÇÕES

ESCOLA CARLOTA TAVARES 
Rua Ricardo de Holanda, Ibicuitaba, Icapuí-CE 

88 - 34324191

Justiça Federal do Ceará anula 13 questões do Enem


A Justiça Federal do Ceará anulou as 13 questões do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) distribuídas antes pelo Colégio Christus, de Fortaleza, aos alunos. Diferentemente do que o Ministério da Educação (MEC) defendia, a medida vale para todos os candidatos do País. O MEC vai recorrer da decisão.

Ao conceder liminar pedida pelo Ministério Público Federal, o juiz da 1.ª Vara da Justiça Federal, no Ceará, Luís Praxedes Vieira da Silva, argumentou que o fato de as questões terem sido apresentadas para uns candidatos em detrimento de outros fere o princípio constitucional da isonomia e da segurança jurídica.

Após a divulgação da sentença, o procurador da República no Ceará Oscar Costa Filho afirmou que estava satisfeito com a decisão. "Está resguardado o princípio da isonomia", disse. Em sua ação, Costa Filho pedia a anulação das questões para todos os candidatos ou o cancelamento do exame no País.

O ministro Fernando Haddad, que participou à noite do programa Roda Viva, da TV Cultura, afirmou que o MEC vai recorrer e ressaltou que "já na primeira instância a Justiça afastou a tese de anulação do Enem, o que seria um desastre". Segundo ele, a distribuição das questões ficou restrita a apenas uma escola e, por isso, o melhor seria cancelar o exame "dos alunos que foram inadvertidamente beneficiados", como fazem outros países que têm avaliações semelhantes.

Para Tufi Machado Soares, professor do Departamento de Estatística da Universidade Federal de Juiz de Fora, a anulação das questões pode prejudicar a capacidade do Enem de classificar os candidatos, diminuindo a precisão da diferença entre as notas. "Quanto menor essa precisão, menor a discriminação do teste. Principalmente entre os candidatos com melhor desempenho", explicou.

O professor afirma que a Teoria de Resposta ao Item (TRI), utilizada no Enem, ainda tem melhor capacidade de distinguir as diferenças entre os candidatos que o método tradicional.

No entanto, de acordo com o professor, como cada questão tem um nível diferente de dificuldade, a anulação das 13 questões pode atingir os candidatos de forma desigual. "Prejudica de imediato quem acertou as questões. Mas, para alguns, pode não afetar em nada", diz Soares, especialista em TRI.

Defesa. A presidente do Instituto de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), Malvina Tuttman, esteve hoje em Fortaleza para apresentar os argumentos para o juiz. "Estamos confiantes de que os nossos argumentos, sempre pedagógicos, sempre técnicos, vão prevalecer", afirmou Malvina, antes da decisão da Justiça. Para ela, não houve vazamento. "A questão é de ética."

Malvina afirmou que o MEC cobraria do Colégio Christus os custos da reaplicação da prova, caso a Polícia Federal comprove a responsabilidade da instituição no vazamento de questões do pré-teste do Enem para seus alunos. O custo é de R$ 45 por estudante.

Antes do cancelamento das questões para todos, o MEC havia decidido anular as provas de 639 estudantes do 3.º ano do ensino médio do Christus e admitido que a investigação poderia ampliar o número de atingidos.

No sábado, o Estado mostrou que 320 alunos do curso pré-universitário do Christus também tiveram acesso ao caderno com as 13 questões antecipadas.

Responsabilidade. A Cesgranrio - responsável pelo o Enem e pelos pré-testes - pode ser responsabilizada. Uma das linhas de investigação da Polícia Federal é que um fiscal de aplicação do pré-testes teria sido subornado por um funcionário da escola.

Segundo o Estado apurou, a fundação pode até perder o contrato de realização do exame.

Para o criminalista Tales Castelo Branco, caso a hipótese de suborno se confirme, os envolvidos podem ser enquadrados em três crimes. "Quem subornou para obter informações confidenciais teria cometido o crime de corrupção ativa, com pena de 2 a 12 anos; quem foi subornado pode ser acusado de crime de corrupção passiva, com a mesma pena", diz. "Por fim, há o crime de violação de sigilo profissional para quem divulgou as questões."

fonte: Diário do Grande ABC

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